Para Federação, decisão da Suprema Corte de suspender tarifas é positiva, mas reação de Trump ao valer-se de outro mecanismo legal para manter cobrança amplia cenário de incerteza

Florianópolis, 20.02.26 - A Federação das Indústrias de SC (FIESC) acompanha com atenção os desdobramentos da decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas globais de 10% à importados com base na seção 122. A decisão, anunciada nesta sexta-feira (20) foi considerada uma retaliação à suspensão das tarifas recíprocas determinada pela Suprema Corte dos EUA na manhã do mesmo dia.

A seção 122 autoriza a imposição de tarifas de até 15%, por um período máximo de 150 dias, para enfrentar preocupações relacionadas ao “equilíbrio do balanço de pagamentos”.

Embora a decisão anterior da Suprema Corte dos EUA, de considerar ilegal a imposição de tarifas com base na lei de emergência, seja avaliada como positiva pela Federação industrial, a reação evidencia a determinação da administração Trump em manter a cobrança. “São decisões que aumentam a insegurança nos negócios com os Estados Unidos”, resume o presidente da FIESC, Gilberto Seleme.

Ainda é necessário aguardar a publicação do Customs Border Protection - CBP (aduana americana) sobre a efetivação da decisão da corte norte-americana.

Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação

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